Quem é o Nosso Próximo

Meditando com Emmanuel e suas esclarecedoras lições, reflito sobre o aspecto infinito contido nos ensinamentos dos Missionários Divinos destinados a nos esclarecer, em todas as épocas, para toda posteridade.

Se observarmos atentamente, com a mente e o espírito em sintonia iluminada, veremos que os ensinamentos dados por eles esclarecem as dúvidas não só de quem os ouviu diretamente, partícipes à época, mas, de todos em geral interessados em saber as verdades eternas, para esclarecimento de toda humanidade, de que fazemos parte…

Desde Abrahão, o patriarca; o líder Moisés e as leis de sua época; da compilação bíblica com o Velho e o Novo Testamento; da Codificação Espírita como 3ª Revelação e o Consolador prometido; até os ensinamentos de hoje e sempre, transmitidos por Espíritos de Luz que as religiões tradicionais sempre denominaram de Espírito Santo, como uno; assim como todos os profetas e missionários, mais ou menos conhecidos, são tidos e venerados como santos; os quais apenas se revestem da sabedoria divina, nos ensinando e iluminando, sobretudo com o exemplo de atitudes; desde que estejamos receptivos, em mente e espírito.

E um dos mais significativos exemplos é o citado pelo Apóstolo Lucas, em que descreve a resposta do Mestre Jesus quando perguntado, em questionamento provocativo, por um perito da lei: “E quem é o meu próximo?” (Lucas, 10:29).  Ao que o Mestre respondeu com a “Parábola do Bom Samaritano”, mostrando qual a verdadeira atitude que devemos tomar para com o nosso semelhante, praticando a verdadeira caridade e misericórdia para com todos, indistintamente.

Ou seja, se nos propomos a seguir o Mestre Jesus, como verdadeiramente cristãos, consoante a parábola citada, precisamos estar atentos e dispostos a ajudar com esforço e coragem, sem alarde, sem interesses nem espera de recompensas, apenas o desejo de servir ao próximo, indistintamente; independente de momento e circunstâncias, sempre que a ocasião para tal se nos apresente…

E, quando a ocasião nos proporcionar o testemunho, aí estará o nosso próximo representado na figura dos necessitados de toda hora: no próprio ambiente doméstico, aplicando a compreensão, o apoio, a devida e justa correção quando preciso; bem como, da mesma forma, nos círculos sociais em que interagimos, de trabalho ou outras ocupações. E o testemunho mais difícil, certamente, proporcionado pelos adversários de ocasião, desafiantes, provocadores, seja no mesmo teto em que convivemos, no trabalho, no trânsito cada vez mais intenso e desgastante; nas ruas em que transitamos temerosamente; como nas adversidades em geral.  E aí, precisamos realmente estar preparados, com a necessária serenidade, o bom senso e a disposição para aplicação coerente do aprendizado no bem.

Destarte, não mais dúvidas, temeridades, nem hesitações, mas, a força de vontade para aplicação da caridade pura na prática do bem, com a certeza de que todos somos irmãos, e, como nosso próximo, o elo de ligação com Deus.

Devaldo Teixeira de Araújo.

devaldo@hotlink.com.br

[Autorizada a divulgação desde que respeitadas a integridade e autoria do texto]

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