O Reconhecimento aos Grandes Sábios

Quisera que todos pudessem reconhecer, lendo e compreendendo as grandes obras, ou, ao menos, informarem-se sobre a vida, os feitos e os ensinamentos dos grandes gênios humanos, verdadeiros sábios, que, com altruísmo, sacrifícios e muita força de vontade, nos legaram lições de vida para o nosso próprio bem, da coletividade e da Humanidade em geral. Em especial aqueles que doaram todas as suas vidas, ou o essencial delas, em prol de seus ideais, com sacrifício de si mesmo e para o bem de todos nós. E, muitos, incompreendidos e injustiçados, foram relegados ao ostracismo, em suas épocas e vidas, e alguns, mesmo até os dias atuais, por interesses escusos e a inversão de valores que grassa em nossa cultura geral de dominação e influências.

Por isso, devem ser considerados como, realmente, missionários divinos… Sim. Porquanto, creio com convicção, que não somente os grandes vultos religiosos devem ser assim considerados. Todos os seres que, de algum modo, estudam, trabalham, dedicam-se a uma causa que visa o bem de todos, com altruísmo, certamente obedecem a um impulso divino, sob forma de inspiração, motivação, assim também devem ser tidos, como uma missão, ainda que não tenham consciência plena disso e até nem religiosos sejam. A exemplo de um cientista que descobre um método de cura de um mal, em todos os campos; os feitos heroicos e históricos que consolidam o progresso ou a emancipação de uma região; ou outros que aperfeiçoam uma forma de facilitar a vida para o bem geral, com as invenções tecnológicas, em suas reais utilidades, independente dos aspectos socioeconômicos. Como também no campo das artes, em toda sua abrangência e formas… Todos, assim, contribuem para o bem coletivo, o progresso e o avanço da sociedade, inclusive considerando-se como algo importante e necessário para a evolução da Humanidade. E, por certo, no fundo, executam uma missão altruísta e divina.

Da Filosofia às Ciências exatas, grandes pensadores, filósofos e cientistas se destacaram nesse mister, alguns sendo considerados, tal como nos é ensinado, grandes vultos da História. Seria impossível enumerá-los todos e seus feitos, no curto espaço de um simples texto. Cito apenas, por exemplo, Platão (427 a 347 a.C.), discípulo de Sócrates e o primeiro filósofo a fundar uma Academia, como instituição de ensino superior. Teve Aristóteles como seu principal aluno e seguidor. Sabe-se também que Santo Agostinho fundamentou sua teoria filosófica cristã inspirado nas ideias de Platão. Em seu livro “A República”, sob forma de alegorias ou metáforas, criou e divulgou o que se denominou de “Teoria das Ideias”- que trata da unicidade de Deus, da imortalidade da alma e da vida após a morte do corpo físico; em suma: das percepções inteligíveis (ideias) e dos sentidos (matéria). E também, inspirado na vida e morte de Sócrates, difundiu o “Mito da Caverna”- onde os ‘escravos acorrentados’ só percebem imagens do fundo da caverna, quando ali refletidas pela luz solar… Resumidamente, é a representação do mundo em que os seres humanos vivem, acorrentados às paixões e à ignorância da realidade. Por viverem limitados ao que se lhes impõem, em seu meio (caverna), pelas imagens criadas por informações, conceitos e cultura que recebem. E, por isso, têm uma visão distorcida da realidade; vivenciando um mundo de sombras, sem perceber a verdade …

Algo mais verdadeiro e atual que tais conceitos filosóficos? Sobretudo considerando os desmandos e as inversões de valores que grassam no mundo, e em particular em nossa realidade social, cultural e política…  Eis a genialidade de um Espírito eterno, indo muito além, refletindo e esclarecendo para toda posteridade; e, assim, considerando os dias de hoje, pensou dois mil e quinhentos anos à frente de seu tempo.

Sem citar, por exemplo, no campo das artes – as grandiosas e eternas composições musicais; a Literatura e seus magníficos autores, em todas as áreas do conhecimento: pedagogos, filósofos, poetas; com também – escultores, pintores; enfim, Espíritos iluminados e inspirados, que nos legaram tanto bem, sob a forma de arte, ensinamentos, exemplares virtudes, e tanto mais que não caberia citar.

Portanto, reconhecer e enaltecer tão maravilhosos e geniais seres, como missionários divinos, é o que podemos entender e devemos fazer, além de sermos eternamente gratos e com eles muito aprender.

 

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[Autorizada a divulgação desde que respeitadas a integridade e autoria do texto]

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