As Esperanças se Renovam e se Multiplicam

Como em todos os anos que findaram, sempre dando início a um novo que se avizinha, e, ainda embalados pelo clima alegre e amoroso do período natalino, em que tudo é festa e alegria, positivamente, fazendo-nos esquecer dos problemas rotineiros possíveis disso; eis que chega a esperada e tradicional noite de vigília da passagem do ano, em que se afloram os anseios por dias melhores, com as conhecidas e, para isso, comumente praticadas superstições, em suas variadas formas e crenças. O que é comum e compreensível em nossa cultura e sincretismo religioso de que nos utilizamos para expressar os nossos sentimentos, com que, invariavelmente, sempre lidamos em nossa interação social.

Então, as esperanças se renovam e se multiplicam, deixando-nos alegremente esperançosos e felizes, ainda que momentaneamente, o suficiente para compartilharmos desses sentimentos que irradiam fraternidade, paz e harmonia. E a alegria reinante contagia a todos, mesmo aqueles em que o desânimo aflora ou a tristeza, por algum motivo, evidencia-se em seus semblantes; então, entrando no clima de alegre confraternização que a imensa maioria manifesta, com efusivos cumprimentos e calorosos abraços. O que é deveras salutar e positivo, pelo ânimo instado e o clima descontraído e otimista que se instala e irradia nessas ocasiões. E, de certa maneira, contribui para o bem estar e a melhoria de muitos que se reanimam e até se alegram, saindo da inércia e do desânimo.

Valendo salientar a grande e importante comemoração do dia seguinte, o primeiro do ano, que a ONU reconheceu e estabeleceu como sendo 01 de janeiro – o Dia da Confraternização Universal. Enquanto muitos nem se dão conta dessa efeméride, abstraídos exclusivamente nas festividades da última noite do ano, em seus hábitos e excessos comemorativos.

E, nos dias atuais de grandes conflitos internacionais e das dificuldades por que passamos, particularmente, em nosso país, temos que muito refletir e ajuizar devidamente, com muito bom senso, deixando de lado o egoísmo e as práticas proselitistas de qualquer natureza, não nos deixando envolver por ideias, e muito menos, atitudes, contrárias aos interesses maiores da grande maioria de nossos irmãos compatriotas necessitados e menos favorecidos, que formam a nossa grande nação, até como forma de prática da caridade. O que nos faz refletir sobre a confiança que devemos ter nos desígnios divinos em relação ao nosso futuro e da Humanidade, fazendo a nossa parte, mas sempre convictos de que nada acontece ou acontecerá por acaso, em qualquer parte ou de qualquer forma, e, assim, nunca o desespero, a intolerância ou o orgulho e a vaidade intelectual contidos no proselitismo, muito menos o pessimismo nocivo e destruidor.

Por isso, consigno a minha consternação ao saber do comentário, dito de Natal, de um renomado cineasta, escritor e, além de outros adjetivos intelectuais, comentarista da Rádio CBN, ao dizer a todos os seus ouvintes que “2016 vai ser péssimo (!)”. Contrariando todo otimismo que, creio, deva prevalecer em todo nosso pensar, tal como acima refletido. Reservando-me o direito de não estender, sob nenhum outro aspecto, como as motivações e patrocínios, dessa declaração pessimista e incabível, ao menos sob o ponto de vista espiritualista, e tão somente.

Neste contexto, vale inserir o que nos esclarece Emmanuel, em se referindo à multidão carecente de amparo: “… Os colaboradores de Jesus são chamados, não a obscurecê-la com o pessimismo, não a perturbá-la com a indisciplina ou a imobilizá-la com o desânimo, mas sim a nutri-la de esclarecimento e paz, fortaleza moral e sublime esperança. Se te encontras diante do povo, com o anseio de ajudá-lo, se te propões contribuir na regeneração do campo social, não te percas em pregações de rebelião e desespero. Conserva a serenidade e alimenta o próximo com o teu bom exemplo e com a tua boa palavra. ….” (extraído do livro “Fonte Viva”, c. 131 / Chico Xavier).

Destarte, devemos, sim, ter convicta fé em Deus, em seus desígnios, e, racionalmente, valorizar todos os momentos de alegria, em paz e harmonia, confraternizando com otimismo – FELIZ ANO NOVO!

Devaldo Teixeira de Araújo.

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Natal é o Amor em Festa

Então é Natal… Como, iniciando, diz a bela melodia que caracteriza a época natalina…

Não obstante a influência mercantilista contida em toda publicidade midiática oportunista, especialmente nesta época, em que somos compelidos a criar costumes sociais de trocas de presentes, de mensagens já produzidas e prontas e não elaboradas pelo nosso sincero pensar e desejar profundo de nosso coração; não podemos deixar de observar e sentir o clima caloroso e amoroso que se instala nessas ocasiões. O que é deveras positivo, afinal, tudo que nos torna, de alguma maneira, mais alegres, amoráveis e fraternos, mesmo ocasionalmente.

Inclusive as belas decorações com que se enfeitam os lares, as ruas, e tudo que nos cercam, com a iluminação característica feérica, que nos encantam e produzem um efeito salutar de muita alegria, paz e harmonia. Ainda que o aspecto profano se acentue, em seus excessos e materialidade, há sempre algo em todo conteúdo festivo natalino que nos lembra Jesus. Por isso, e com a alegria que reina em todos os ambientes festivos nessa ocasião, podemos considerar como proveitoso e benéfico para todos de um modo geral, individual e coletivamente. O que podemos considerar, sob o aspecto espiritual, como centelhas do Amor Divino manifestado em suas variadas formas e simplicidade.

E precisamos aproveitar todas as oportunidades que se nos apresentem para manifestar nossa satisfação e contentamento, confraternizando com todos os nossos parentes e amigos, por serem os mais próximos de nós, com os quais compartilhamos nossa existência prática sob seus vários aspectos, em interação social. Sem esquecer da necessidade de sempre praticarmos a caridade, como atitude essencial na aplicação do verdadeiro cristianismo tal como o Divino Mestre nos ensinou e exemplificou. E até podemos sentir a manifestação da caridade, nos diversos movimentos sociais conclamando a população à doações em favor dos mais necessitados; como, entre outros, os tradicionais presentes do Natal, para as crianças, que assim têm seu momento de alegria e que tanto emociona beneficiados e beneficiários. Quem já participou de tais movimentos, ativamente, sabe bem de tal indescritível emoção a que me refiro e da felicidade que causam em todos os participantes.

Então é Natal… em que se comemora o início de um novo tempo, quando, há dois mil anos, um Espírito angélico anunciou à alguns simples pastores de ovelhas, a boa nova do nascimento do “Cristo Senhor”, como um ‘salvador’, e logo uma legião angelical se ajuntou e glorificou o momento aclamando: “Glória a Deus nas alturas, paz sobre a terra, boa vontade para com os homens.” (Lucas, 2: 1 a 20). Marcando a magnitude missionária do Divino Mestre Jesus, como modelo e guia para a Humanidade, que proclamaria depois, que o amor cobrirá a multidão de pecados e que o seu Reino não é deste mundo.

Neste contexto, vale lembrar as palavras do primoroso ser espiritual Emmanuel, quando nos disse “Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento. Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros. Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob esplendores de um novo dia.”

       Natal! Boa Nova! Boa Vontade…” (o livro “Fonte Viva”, c. 180 / Chico Xavier).

Eis o verdadeiro significado do Natal e como deve ser lembrado e comemorado, fundamentalmente, em meio à alegria reinante, à doce sonoridade musical, à rica e bela decoração e iluminação que encantam e deixam no ar um clima de paz e confraternização. Então, ao ensejo, confraternizemo-nos efusivamente, certos de que o Natal é o amor em festa.

Devaldo Teixeira de Araújo.

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A Vida é um Processo de Renovação e Aperfeiçoamento

Sob o título inicial como tema, reflito sobre a nossa existência terrestre e sua importante significação para o nosso espírito imortal, com convicção desta realidade e, por isso, sabendo que a nossa experiência reencarnatória representa apenas um capítulo da verdadeira vida, eterna, em nossa individualidade espiritual permanecente. Eis como devemos entender a problemática existencial, tal como uma escola para o imprescindível aprendizado, com as provações e expiações, e as imprescindíveis renovações, ante o nosso incipiente estado evolutivo rumo ao desejável aperfeiçoamento moral-espiritual ao nosso alcance e a que todos culminaremos um dia.

Para isso, precisamos estar atentos e reflexivos, observando e espelhando-nos com a própria natureza divina em seus esplendorosos exemplos: a flora originando-se de uma pequena e aparentemente insignificante semente deixada ao solo, crescendo e se desenvolvendo milímetro a milímetro, palmo a palmo, tornando-se arbustos e grandes árvores, até formar imensas florestas, algumas, fornecendo aos animais e aos seres humanos o precioso alimento. A fauna, por sua vez, nasce e desenvolve-se igualmente pelos processos naturais, tal qual o homem, e parte dela, como os animais comestíveis, de grande utilidade para toda a humanidade, de todas as formas de que temos amplo conhecimento e, inclusive, com muitos desses seres animais, vivenciamos e interagimos como leais e úteis companhias, alguns até considerados de grande importância no apoio e estímulo à terapêutica psicossomática, como reconhece a psicologia humana.

Da mesma maneira, podemos perceber as riquezas minerais em sua plena exuberância, de todas as formas, a exemplo dos rios e lagos, que se originam de uma simples nascente em seus pequenos filetes de água, depois riachos, afluentes e constituindo grandes rios, transformando-se e transformando as margens por onde passa, transbordando e mudando paisagens, formando grandiosas bacias hidrográficas, até desembocar no imenso oceano. Sem considerar, neste aspecto, as interferências humanas tantas vezes prejudiciais e desastrosas, em prejuízo do meio ambiente e, por extensão, de todos nós, como infelizmente muito temos visto. Outro extraordinário exemplo nesse campo, nesse mesmo contexto, e até por analogia conosco, são as pedras preciosas, que tem suas origens encravadas no solo bruto e que, depois de buriladas e cuidadosamente polidas, transformam-se em exuberantes peças individuais de imenso valor, para vislumbre de nossa visão.

E tudo obedece a uma natural e extraordinária simplicidade, em sua natureza sequencial e gradual, sem deixar de ser grandioso e belo, como o desabrochar de uma flor, a germinação de uma planta floral e sua reprodução assistida com a ajuda dos insetos e pássaros, em perfeita interação… A maravilhosa estrutura da sociedade das abelhas em sua organização, cooperação mútua, trabalho coletivo, clara divisão de tarefas específicas e suas funções sociais como a rainha, o zangão e as operárias, em perfeita harmonia do trabalho conjunto; tal como, igualmente, a colônia das formigas em seu formigueiro. E tantas outras sociedades de variadas espécies de animais e insetos, todas em perfeita interação em cumprimento às soberanas Leis da Natureza Divina.

Como também observamos os fenômenos que acontecem na Natureza em função das mudanças das estações do ano, originadas pelo movimento de translação do planeta, caracterizando cada uma delas e em que se processam, continuamente, as renovações, tal como podemos ver e sentir. Inclusive, em relação aos próprios processos do que chamamos de destruição, como os flagelos naturais; encontramos os seguintes esclarecimentos dados pelos Espíritos Superiores à indagação perquiridora de Allan Kardec: É lei da Natureza a destruição? – “Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.” (Livro dos Espíritos, Cap. VI, Pergunta 728).

Portanto, faz-se necessário estarmos atentos a tudo isso e conscientes dessa realidade, para o nosso próprio aperfeiçoamento moral-espiritual, tal como nos asseverou Emmanuel: “… Ninguém progride sem renovar-se.” ( do livro “Fonte Viva”, c. 50/Chico Xavier).

Devaldo Teixeira de Araújo.

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Experiência de Vida – e o Centésimo Texto

Após usufruir de proveitoso diálogo com o meu estimado filho, como de costume, do qual sempre recebo maravilhosas lições – de estímulos e até mesmo de exemplar conduta, seja do ponto de vista social ou espiritual, evidenciadas na tranquilidade do seu proceder, otimismo, alegria de viver e segurança no agir, que muito me ajudaram e ainda ajudam; reflito, e compartilho incentivado por ele mesmo, ao completar o centésimo texto deste Blog; sobre minha própria experiência de vida, entre instabilidades, acertos e erros, estes ainda que de certa forma inconscientemente; e, sobretudo, considerando o aspecto mais importante, para mim e também, creio, o seja para todos nós: o crescimento espiritual, como imprescindível meta que devemos alcançar tal o objetivo à eternidade do espírito imortal que somos, pelos desígnios divinos, mesmo que não tenhamos plena consciência disso.

Assim, as experiências com os erros e instabilidades emocionais como a insegurança e as extravagâncias, deram-se principalmente na juventude, como é comum, quando nos dispomos às aventuras das descobertas, na busca intelectual pelo sentido da vida, em meio às impetuosidades características, as dúvidas e os prazeres mundanos que tanto nos iludem e nos compraz ante os impulsos oriundos do metabolismo hormonal, com todo o viço, de que sabemos, em sua peculiar transitoriedade. Conquanto alguns costumes ou hábitos como os vícios possam perdurar, ultrapassando fases e idades. Como acontece com muitos de nós, quando ainda não se encontra consolidada a formação filosófica, moral e espiritual, que, quando estabelecidas, nos compele, afinal, à reflexão sobre o devido proceder bem pensado, e o agir acertado, que indicam a maturidade desejável.

Mas, com toda turbulência da fase juvenil, sempre gostei de meditar e ler, buscando respostas às dúvidas filosóficas que sempre me acompanharam desde a pré-adolescência, lembro-me bem disso. E por isso associei-me, ainda bem menor de idade, na biblioteca pública da cidade (Gravatá – PE, onde nasci e então residia), na época administrada pelo ilustre jornalista Ricardo Carvalho, que me ajudou com seu discernimento, para ter acesso aos livros de conhecimento literário e científico, de que não dispunha. Alguns, lembro-me, com certa dificuldade de acesso pelo conteúdo adulto, o que me levava a ser sabatinado sobre os reais propósitos do meu interesse, de que convencia serem didáticos, para o autoconhecimento. O que contribuiu, sobremaneira, para as grandes descobertas e a própria conscientização da vida, com o necessário desenvolvimento intelectual e cultural, sem dúvida.

Como também enalteço, já na fase adulta, o conselho de meu querido irmão João Evangelista, ora noutra dimensão (falecido em 2014), para que procurasse ler sobre o Espiritismo e indicou-me até o livro “Nosso Lar” – “já que eu gostava tanto de ler, me instruir”- como dizia… Valendo salientar que nessa época eu me considerava ateu (na verdade um cético), por discordar dos dogmas das religiões tradicionais que conhecia e os procedimentos dos religiosos com suas ortodoxas visões teológicas; e por muito me focar no cientificismo e na filosofia agnóstica que professava, pelas leituras preferidas de então. Embora sempre me dispusesse ao diálogo que pudesse me convencer do contrário, até então não encontrado. Foi quando, por volta de 1980, quando passava por uma banca de revista no centro do Recife, pude ver, à venda, o livro “Nosso Lar”, justamente o que o meu querido irmão indicara e, lembrando disso, logo o adquiri… Foi o começo da minha grande transformação filosófica, e porque não dizer, espiritual; ao lê-lo objetivamente, como sempre faço, estudando… E a cada página, absorvia os ensinamentos contidos, compreendia e percebia o real sentido em tudo… Algo incrível para um cético que se considerava ateu… E logo adquiri toda a codificação básica do Espiritismo, em seus cinco volumes, que passei a ler e estudar, acrescendo muitas outras obras de cunho espiritualista, em contínuo estudo, até os dias atuais.

Eis como iniciei e me envolvi com a Doutrina Espírita, em seu tríplice aspecto: filosófico – por permitir o entendimento geral quanto à natureza de todas as coisas, os princípios, os valores e o sentido da nossa existência, indicando a conduta e o destino de tudo e todos os seres e ensejando uma cosmo visão da vida e da humanidade, racionalmente; científico – por ensejar o entendimento e a concordância dual com a Ciência, em seu rigor, princípios e práticas, em todas as áreas que se possa considerar, indo até mesmo além do conhecimento humano; religioso – por restabelecer o cristianismo primitivo, tal como nos ensinou e exemplificou o Divino Mestre Jesus, em sua pureza doutrinária de amor e caridade, como “o consolador prometido”, e a exemplo do que afirmou Allan Kardec: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”

E julgo imprescindível não esquecer e ressaltar nesse contexto, a importante e educativa influência — da orientação doméstica dos pais e da família em geral, desde tenra idade; de todos os amigos e amigas em todas as épocas e fases; dos professores – verdadeiros mestres da arte de ensinar e, por isso, merecedores de todo o reconhecimento possível; das maravilhosas mulheres (Ah! Mulheres!…) com quem tive e tenho a glória dos relacionamentos fraternos e amorosos, estes em especial, com o carisma e a força magnética própria, inigualáveis, que, como verdadeiras mestras das emoções e sentimentos, nos atraem, cativam, nos marcam e nos tornam, na prática, verdadeiramente Homens, sim, com agá maiúsculo, e só assim o somos; enfim, de todos e tudo em nossa interatividade social, que, com a devida reflexão, nos ajudam em seus vários aspectos humanos e espirituais, indispensáveis para o nosso desenvolvimento, maturidade e crescimento espiritual.

Deixo, propositalmente, de citar nomes e seus fatos marcantes, para não cometer a injustiça de esquecer alguns deveras importantes, com minha parca memória, tampouco possa sugerir precedências não menos injustas e incabíveis. Além, claro, do limitado espaço de um simples texto não comportar tantos, certamente. Mas, deixo consignado a todos, os meus mais profundos agradecimentos e o incomensurável reconhecimento pelo relevante papel na minha formação intelectual, moral e também espiritual. E, todos aqueles e aquelas com quem tive e tenho o honroso e gratificante privilégio de conviver, isso saberão compreender, com certeza.

Tais considerações permanecem vivas e atuantes até os dias de hoje, por sermos, certamente, eternos aprendizes, disto sempre tive convicção. E tenho até guardado comigo um caderno de anotações dos priscos tempos de minha adolescência, onde consta um pensamento do filósofo, escritor e poeta estado-unidense – Ralph Waldo Emerson (1803 – 1882), como filosofia de vida que sigo até hoje e ora transcrevo: “Todo homem que encontro é superior a mim em alguma coisa; e neste particular eu aprendo com ele”.

Desse modo, sinto-me eternamente grato ao Pai Supremo, a todos os Espíritos Iluminados que de alguma sorte muito me ajudaram e, especialmente, aos meus queridos filhos João Ricardo e Juliana – espíritos maravilhosos, que sempre me apoiaram em todos os momentos, com amor e dedicação como o fazem até hoje e sem os quais certamente não estaria vivenciando tudo isto até a presente data. E, por dever de justiça, consigno o devido reconhecimento à Lúcia César, como mãe e seu papel fundamental e divino, na gestação e formação dos nossos queridos filhos, já anteriormente citados.

Finalmente, não poderia deixar de enaltecer a grande importância do conhecimento espírita, por meio da Doutrina dos Espíritos – o Espiritismo, coligido e divulgado por Allan Kardec; que mudou a minha vida, com a conscientização da nossa realidade espiritual, alcançando o equilíbrio necessário sabendo-me espírito, e estabelecendo-me enfim o equilíbrio, a paz e a harmonia tão desejados. Inclusive esta oportunidade de poder escrever e compartilhar com todos, o centésimo texto de reflexões espiritualistas, com o intuito de ser bem compreendido e que possa dar continuidade a esse trabalho, com a esperança de que todos se conscientizem das verdades da Boa Nova; para uma sociedade mais fraterna, quando verdadeiramente espiritualizada sob a égide do Divino Mestre Jesus – modelo e guia da Humanidade, vivenciando o cristianismo redivivo, em paz e harmonia. Ao que, com plena convicção e inabalável fé, exclamo: assim será!

Devaldo Teixeira de Araújo.

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