Aprendizado de Vida

Mais uma vez senti-me beneficiado com as lições de vida que nos chegam sem que planejemos isso, ao depararmo-nos com situações que nos favorecem para tanto, desde que estejamos sempre prontos e receptivos a todo ensinamento em nosso próprio benefício. Desta feita refiro-me a um casual encontro, na fila de um caixa de supermercado, com uma senhora já idosa e portando uma elegante bengala em que se apoiava, falando a todos, com eloqüência, em defesa do argumento de que todos deveriam comunicar-se com natural alegria.  Justamente tais comportamentos observados a que me referi no texto publicado anteriormente – A alegria de viver, em que disse no final e ora repito: “… E estendamos o bem e a alegria em torno de nós, demonstrando isso com contentamento e serenidade, gratos a Deus pela oportunidade de aqui estarmos, deixando transparecer em nosso semblante irradiante, a alegria de viver.”  Portanto, tal como a mesma argumentava…

… E, de súbito, aquela senhora olhou para mim e disse: “E o senhor que parece tão sério e com aspecto sisudo (sic), por que não mostrar um semblante alegre e comunicativo?” (sem que eu mesmo me percebesse assim)… Quando, então, tentei fazê-la entender que comungava das mesmas idéias e propósitos dela e que a aparência como ela dizia ver-me não correspondia ao que no íntimo eu sentia e vivenciava costumeiramente. E a conversa prolongou-se por mais um pouco de tempo que os afazeres permitiram, pairando um clima de cordialidade e simpatia, graças ao estado emocional positivo proporcionado em interação com tão interessante ser humano.

Ao mesmo tempo em que imediatamente me fez meditar e ponderar sobre a necessidade de nossos pensamentos e sentimentos mais íntimos estarem sempre em harmonia com a adequada postura externada, para que reflitam uma serena aparência, buscando vivenciar, realmente, o que idealizamos, sentimos e dizemos, espontânea e sinceramente. Porquanto se alguém, como aquela senhora a mim se referiu, percebe em nós um semblante não condizente com a alegria de viver e amar, por certo algo deve ser feito, com a precisa mudança de atitude, para que sejamos emissários do Divino Amor e, desse modo, deixando sempre transparecer serenidade e alegria em nosso semblante, ensejando coerência com nossas idéias e o nosso proceder.

Como também enseja uma lição: do permanente cuidado que devemos ter em seguir a recomendação do Divino Mestre – vigiando e orando sempre; corrigindo, incontinenti, qualquer distorção de procedimentos que fujam ao estrito dever como cristãos, amando a Deus e ao próximo, demonstrado no dia-a-dia, a todo o momento.  Como também comumente não nos damos conta de como está nossa aparência em interação social e assim, de que modo estamos irradiando as energias positivas, enquanto muitas vezes nos deixamos levar pelos pensamentos negativos dos problemas com que lidamos, ou as preocupações com as dificuldades inerentes a todos nós. E, nessas ocasiões, como é comum, a tendência de nos deixarmos abater pelas baixas vibrações magnéticas mentais, com as conseqüentes sintonias negativas e seus desdobramentos sempre funestos, se não reagirmos imediatamente afastando tais imaginações.

Portanto, conscientes de que devemos conviver sempre em concordância com as leis da Natureza Divina, fielmente cumprindo nossos deveres como cristãos; tenhamos a imprescindível fé de que Deus a tudo proverá, por estímulos ao nosso proceder, pela nossa força de vontade e permanente esforço para o bem comum. Assim, por maiores que sejam os problemas enfrentados, tudo se resolverá com o tempo; nunca ensejando motivações para vibrações negativas com excessivas preocupações que possam nos desequilibrar e irradiar isso aos nossos semelhantes.  Ao contrário, estejamos sempre confiantes, irradiando energias positivas em nossas vibrações mentais e em todos os nossos procedimentos, transparecendo isto em nosso semblante, naturalmente. Para que a paz e a harmonia se estabeleçam em todos nós e em nossa sociedade.

E, aproveitando bem todas as oportunidades que se nos apresentem, que possamos fazer de nossas interações sociais, quando preciso e para o nosso próprio bem, um aprendizado de vida.

Devaldo Teixeira de Araújo.

https://blogdoteixeira.com/  #   devaldo@hotlink.com.br

[Autorizada a divulgação desde que respeitadas a integridade e autoria do texto]

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