Feliz Natal

Muito se fala e muito se diz, assim, nessa época de festividade natalina em que todos se cumprimentam com estas exclamações em tom quase imperativo, com seu positivo teor de fraternidade, o que é louvável, digno de nota e podendo ser considerada até uma atitude cristã.

Mas, como em todas as oportunidades da nossa vida, devemos refletir sobre tal e se isto realmente reflete o que pensamos e desejamos ao próximo, como um gesto espontâneo e sincero, com toda energia que sempre emana do nosso magnetismo espiritual em que assim nos expressamos, quando do nosso íntimo ou, como se diz popularmente, do nosso ‘coração’.

Digo isto porque não raro agimos de modo costumeiro nessas ocasiões, obedecendo aos condicionamentos impostos pela mídia comercial, que aproveitando a ocasião nos impele a isso, como um automático gesto associado ao consumismo implícito em agradar com a obrigação de presentear, quase inconscientemente.  E daí a resvalar para os exclusivos impulsos egoísticos materiais do dar e receber, como dos prazeres festivos mundanos, ficamos a um passo ou no limiar do automatismo frio e insensato, da falta do puro sentimento fraterno, contrário ao comportamento verdadeiramente cristão.

Contudo, há sempre o mérito do despertar de sentimentos fraternos coletivos gerados nessa época; como, entre outras motivações, a musicalidade harmoniosa que caracteriza a sacra efeméride; a iluminação feérica que se reveste de sugestiva alegria e convida-nos à saudável confraternização, própria das comemorações natalinas, dependendo, claro, da nossa sintonia mental-espiritual que possamos dispor e expandir.

Ainda assim, não podemos olvidar do verdadeiro simbolismo do Natal: Anunciado pelas legiões angelicais – o nascimento entre nós do Grande Renovador Celeste; o Demarcador do tempo que a própria humanidade reconheceu e ficou registrado na História – o antes e o depois Dele; exaltando-se então – Glória a Deus no Universo! Para a Paz na Terra! E a Boa Vontade para com a Humanidade! Sob as bênçãos do Pai Supremo – inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas; legando uma nova era para o mundo, pelo próprio exemplo de Amor Sublime, do berço de palha ao madeiro infamante: Eis Jesus, modelo e Guia para todos nós…

Nada mais sublime do que meditarmos sobre o Amor em sua essência, verdadeiramente gratificante pelo estado de harmonia e paz que se cria em torno de todos envolvidos em tal atitude mental.  E, como dito anteriormente, o momento é propício.  Eia agora!  Aproveitemos o estimulante e convidativo momento. Comemoremos alegremente, se possível com mesa farta, mas, antes, não nos esqueçamos de nossos irmãos necessitados, carentes de pão e apoio, lembrando que o excelso Mestre Jesus esteve entre nós, demonstrando, pelo exemplo, a verdadeira fraternidade; sobretudo para que nos amemos uns aos
outros, como irmãos.

E assim, então:  FELIZ NATAL!

Devaldo Teixeira de Araújo.

devaldo@hotlink.com.br

[Autorizada a divulgação desde que respeitadas a integridade e autoria do texto]

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2 comentários sobre “Feliz Natal

    • Grato pelo comentário. A força da energia magnética contida em sua vontade, por suas palavras, me mantém inspirado e incentivado a escrever sempre. Valeu! Um abraço, querida sobrinha! Devaldo Teixeira.

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