COMO SABEMOS, SOMOS SERES SOCIAIS. E, como tal, pela própria necessidade de convivência dependemos, de certo modo, uns dos outros…

A realidade nos demonstra isso, basta refletirmos sobre a nossa própria vida e os relacionamentos em que nos envolvemos, de toda forma, naturalmente, seja por iniciativa própria ou por necessidade prática, como de trabalho e outras, por exemplo, como também na busca do companheirismo fraterno ou mesmo afetivo.

E não me refiro, claro, à dependência patológica quando implícita em nosso complexo psiquismo, de que tanto a competente Ciência da Psicologia trata e explica muito bem.  Refiro-me aos relacionamentos em que nos engendramos, de forma natural, necessária, quer percebamos conscientemente ou não.  Desde a prestação de serviços mais simples, de que todos necessitamos, e que não cabe aqui enumerar; como,  entre outras, a produção de alimentos, vestuários, lazer etc. , igualmente tão indispensáveis para a nossa sobrevivência.

Ocorre que quase sempre não damos a devida importância a esses fatos cotidianos, com o necessário entendimento da importância dessa interação, imprescindível para uma coletividade harmoniosa, enquanto muitas vezes alguns se julgam independentes ao ponto de haver quem afirme que não depende de ninguém(!). O que decerto já ouvimos e sem dúvida evidencia uma demonstração de natureza egocêntrica, impensada mesmo, e só compreendida se dita em ocasião gerada por instantes de irracional insensatez.

É preciso, pois que nos conscientizemos dessa sadia e proveitosa interdependência, natural e de que não podemos prescindir sob risco de comprometimento da nossa própria sanidade psíquica decorrente do isolamento sempre presente nesses casos de comportamento egoístico extremo, nocivo para si mesmo e para a coletividade de que todos, de algum modo, fazemos parte.

Por isso, nada mais oportuno do que a ideia de que todos somos irmãos, não somente no aspecto religioso singular, ou social localizado, que podem gerar ideias separatistas ou bairristas de algum modo, dado a nossa condição espiritual imperfeita que estamos ainda a transitar;  mas a uma ideia de fraternidade bem mais ampla, universal.

E, como sempre nas reflexões a que somos conduzidos pela nossa consciência espiritual, sempre lembramos, como referência, os ensinamentos do Excelso Mestre Jesus, exortando-nos à prática do amor em sua essência, como exemplificou tão bem, com simplicidade e desprendimento, compreendendo, perdoando; enfim, amando infinitamente.

Que sejamos sempre gratos pela oportunidade de servir ao próximo, compartilhando e vivenciando como cristãos, seguindo os ensinamentos que nos legaram e até hoje nos ensinam como revelação, os Missionários Divinos, para o aperfeiçoamento a que estamos destinados.

Devaldo Teixeira de Araujo – devaldo@hotlink.com.br

[Autorizada a divulgação desde que respeitadas a integridade e autoria do texto]

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2 comentários sobre “COMO SABEMOS, SOMOS SERES SOCIAIS. E, como tal, pela própria necessidade de convivência dependemos, de certo modo, uns dos outros…

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