SOMOS O QUE PENSAMOS, IDEALIZAMOS, E NEM SEMPRE O QUE DIZEMOS, APARENTAMOS…

Sempre estamos criando em nós mesmos, no íntimo, e irradiando em torno do nosso círculo pessoal, forças ativas oriundas de nossos pensamentos que podem materializar-se em nossas palavras, atitudes ou gestos, provocando equilíbrio ou desequilíbrio, harmoniosa alegria ou aflitiva beligerância, em consonância com nossa sintonia mental.

Com nossa mente sempre ativa, indubitavelmente, nunca deixamos de pensar, o que seja, a todo instante. Por isso a necessidade de estarmos atentos aos nossos pensamentos, o cuidado com as divagações mentais e as consequentes sintonias espirituais que geram poderosas forças, com as energias magnéticas de que se revestem, e as consequentes aplicações que lhes dermos, positivas ou negativas.

Assim, meditando bem; das vertentes do nosso eu profundo, espiritual, que geram as nossas inclinações; até nossa condição atual, em conjugação com o exercício das nossas atitudes hodiernas, pelo livre arbítrio que nos caracterizam; temos obrigação de envidar todo esforço possível na correção das nossas imperfeições, de toda natureza, e a consequente transformação moral para a natural evolução de nós mesmos e do mundo de que fazemos parte.

E, destarte, agindo no esforço contínuo do nosso aprendizado humano e ao mesmo tempo do burilamento espiritual, com mais ou menos dificuldades inerentes ao estado evolutivo em que nos situamos, estaremos, por que não, vivenciando os ensinamentos do Mestre Jesus, em fazendo o bem a nós mesmo e ao próximo, e em cumprimento ao que Ele recomendou: “… vigiai e orai …” (Mateus, 26:41).  Como também ao que nos esclarece “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, no quinto parágrafo, item 4 do Cap. XVII: – …“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.”…

Para isso, na estruturação do nosso ‘eu verdadeiro’, como espíritos eternos que somos, busquemos sempre pensamentos e ideias nobres, com a correspondente sintonia mental elevada que sempre nos inspira para o bem e que resultará no nosso aperfeiçoamento moral-espiritual, convergindo em nossas ações, sempre, e não como afirmei no axioma que intitula o presente texto.

Estejamos sempre atentos e com boa vontade para recebermos a inequívoca ajuda que nos chega com a necessária sintonia, por meio das inspirações superiores, como verdadeiro despertar, aproveitando todas as oportunidades que se nos apresentam para isso, pensando e agindo sempre no bem, que resultará em benefício de nós próprios, de todos e, consequentemente, para um mundo melhor, em que predomine a paz e a harmonia.        

Devaldo Teixeira de Araújo

devaldo@hotlink.com.br

[Autorizada a divulgação desde que respeitadas a integridade e autoria do texto]

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