REENCARNAÇÃO – Espírito, Corpo, Individualidade

Para melhor entender a individualidade espiritual de todo ser humano e a realidade das reencarnações sucessivas necessárias para a sua evolução, como princípio básico, racional, para compreensão da vida eterna dos Espíritos, sob as leis naturais de causa e efeito;  comparemos a reencarnação com a formação de uma equipe de futebol, em nossa cultura popular, considerando assim o jogador como o Espírito e a camisa como o corpo humano.  A formação da equipe dependerá essencialmente da qualidade (individual) do jogador; a camisa por si só não determina o potencial da equipe, como se diz na linguagem futebolística popular – “camisa não ganha jogo!”.

Da mesma forma, a mera condição biológica, material, do homem, só determina as suas funções fisiológicas, instintivas, sob o domínio da mente (comandada pelo Espírito).  A inteligência, as faculdades morais, racionais, do indivíduo, é inerente ao Espírito, que, por meio da mente, se manifesta de acordo com sua condição evolutiva, embora dependa dos órgãos físicos pertinentes, em sua complexa estrutura, para sua manifestação integral.  Sendo o fator Reencarnação, em nosso Planeta, premissa para a evolução natural do Espírito como ser encarnado.  Considerando desde a sua condição mais elementar – simples, ignorante, até os graus superiores de inteligência e evolução moral, com o acúmulo de conhecimentos, pelo aprendizado com a experiência das vidas sucessivas, dependendo, naturalmente, do esforço individual de cada um.

Daí, o infeliz engano dos cultores do ateísmo e do materialismo que, desconhecendo a realidade espiritual do ser humano, tentam vincular o grau de inteligência do homem à sua descendência genética, meramente fisiológica, cromossômica, inclusive com as frustradas tentativas de reprodução por meio de sêmens de homens considerados gênios, que assim, como sabemos, não têm correspondido à expectativa do grau de inteligência dos ascendentes genéticos.  Pouco se propagando sobre tais realidades, tão pouco o reconhecimento da comprovada ineficácia do cientificismo, por si só, nesse aspecto.

É preciso, pois, que os cientistas e intelectuais heterodoxos se despojem do preconceito e do orgulho que encerram em suas idéias e da vaidade contida no ceticismo contumaz, e se disponham a buscar a verdade, pelo estudo sério, objetivo, do Espiritismo, em seu tríplice aspecto – Científico, Filosófico e Religioso. Verdade que, com certeza, será a grande revolução deste 3º milênio, ao longo dos séculos vindouros, com a evolução da humanidade, para a felicidade de todos.

Devaldo Teixeira de Araujo

devaldo@hotlink.com.br

 

[Autorizada a divulgação desde que respeitada a integridade e autoria do texto]

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